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segunda-feira, 12 de março de 2012

Madeira investe quase seis milhões de euros nas festas do cartaz turístico

"Madeira investe quase seis milhões de euros nas festas do cartaz turístico"
Jornal de Noticias 12 de Março de 2012


Daqui a pouco o Sr. Alberto João Jardim está assim:

Pergunta: Quando é que Portugal dá a Independência à Madeira?




Sara Ferreira

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

A situação nos dias de hoje!!!


Dizem-nos que é necessários sermos empreendedores, originais, os melhores… Dizem para não nos iludirmos com salários muito elevados… Pedem-nos ambição e trabalho! E nós? Seguimos?!

Depois do esforço debatemo-nos e o que encontramos são portas a fechar e nós sem conseguir entrar. Estamos em crise…

Hoje em dia é difícil estar numa situação de recém-licenciado e até mesmo de trabalhador. Gostamos de ir à luta?! Sim, e temos esse direito. No entanto, temos de nos consciencializar que não estamos em boa altura e para isso é necessário ter paciência e confiança, ter a capacidade de acreditar e cooperar com as nossas entidades empregadoras.

É essencial dar um novo rumo a esta situação e é imprescindível ter uma politica mais virada paras as empresas.

Se nós, Portugal, não crescermos economicamente ao longo deste ano, será impossível sairmos desta situação!

Vamos acreditar que é possível …

Sara Ferreira

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Vamos dar um voto à responsabilização?!

Hoje em dia, estamos a viver uma conjuntura económica muito pouco favorável para toda a população portuguesa e torna-se visível a dificuldade que as famílias enfrentam. Consecutivamente, existem filhos a presenciar as perdas dos seus pais, como a sua única fonte de rendimento, e eles próprios questionam o seu futuro, já hipotecado. Estes, os jovens, estão a formar-se, mas ao mesmo tempo, é-lhes incutido o espírito de derrota, de falhanço, de desespero, de não conseguir vingar no mercado de trabalho.

Este país está assim muito por culpa nossa. Porque queremos nós continuar a eleger governantes que não têm noção do sacrifício que os portugueses têm de fazer para minimizar os seus próprios erros?!

Ainda agora, na Madeira, elegeu-se um governante que, sozinho, conseguiu um desvio orçamental de 1mil milhões de euros e que, para seu benefício, foi eleito com maioria absoluta, mas no entanto, um castigo para todos nós. Porquê continuarmos a baixar a cabeça e não pedir satisfações?! É simplesmente o nosso (funcionários públicos) subsídio de Natal…

Que responsabilização é essa que tem o nosso “Representante”? Que direito é esse que ajuda a comprometer e hipotecar todas as gerações futuras? Eles não recebem mensalmente uma remuneração para gerir o seu orçamento ao longo do ano?! Se eles não fazem o seu trabalho, porque não serem punidos?!

Todas estas manifestações que ocorreram no dia 15 de Outubro, deviam ter sido realizadas há um mês atrás… Não com o intuito de nos queixarmos deste governo, que apenas está a tentar remediar todos os erros que incorremos nas governações anteriores, mas para proibirmos pessoas como o Presidente da Madeira a se recandidatarem.

Graças a muitos erros e a um desvio orçamental de 3mil milhões de euros, todas as pessoas que trabalham para o Estado ou que dependem dele (pensionistas) vão ter que (re)fazer o seu orçamento de 2012 sem o subsídio de Férias e de Natal. (E não faltará muito até chegar ao sector privado.)

Somos os colaboradores/funcionários que apresentam uma das taxas de produtividade mais baixas na Europa e, consecutivamente o sector privado, para baixar o valor da mão-de-obra, vai ter de trabalhar mais 30 minutos por dia, isto se a empresa pretender.

Temos que ter em, muita, consideração e prestar demasiada atenção aos sentimentos dos nossos colaboradores que já se apresentam desanimados o que pode conduzir a uma “greve de zelo”. Se fosse empregadora juntaria todo o meu capital intelectual (colaboradores) e negociaria com eles. Eles iriam trabalhar mais 30minutos/dia, mas 50% dos meus lucros, derivados desse aumento de trabalho, iriam ser distribuídos por eles. Já não estariam a trabalhar sem nada receber e passariam a estar motivados para atingirmos o mesmo objectivo final. É este envolvimento que precisamos entre os patrões e os seus colaboradores.

Neste Orçamento para 2012, vimos também a subida do IVA para 23% de alguns produtos e para a área da restauração. É necessário estar atento relativamente à subida dos impostos que vão compensar a subida da fuga aos mesmos, isto é, a população paga até um certo limite e quando vê que passa o exagero começa a fugir.

Observamos, também, um corte nas deduções da saúde, educação, dos juros dos empréstimos de habitação para os escalões cujo rendimento seja acima dos 66.000€ anuais, e agora pergunto: Vamos voltar à fase “Quer com ou sem factura?”.

Uma coisa é certa, se não quisermos que isto se repita na geração dos nossos netos, há que prestar muita atenção, mas mais do que isso, temos que ser rigorosos e exigentes com aqueles que geram o nosso dinheiro e responsabilizar os nossos Governantes pelos seus erros, caso contrário estas medidas extraordinárias passarão para ordinárias.

Sara Ferreira

terça-feira, 26 de julho de 2011

A Viagem do Ano

Depois de muitas ideias juntar foi necessário:


Um ano a Organizar e a Planear










Muitas Horas a Treinar, a Trabalhar e a suar








Algumas Horas a Apresentar







Alguns minutos a Deslumbrar





Poucos Segundos a Publicitar






Tudo Isto para Sermos Considerados a Melhor Viagem Medieval de Portugal


terça-feira, 31 de maio de 2011

Participar? Claro que sim!

Quando eu falo sobre algum assunto relacionado com política, muitas pessoas da minha idade (a dita idade jota) franzem o sobrolho. Rapidamente se tornam ‘claros como água’, até parece que consigo ouvir os seus pensamentos: “Como é que é possível acreditares na política?”, “És uma jovem, aproveita a vida e esquece lá isso!”, “O que é que a jota te dá?”.    

A todos que pensam assim, só tenho uma coisa a dizer: não podemos pensar no que a Jota nos dá, mas sim o que nós podemos dar à Jota. 
Todos os géneros de pensamentos redutores fazem com que os nossos jovens não participem em actividades políticas.
A política não é uma aldrabice, não são enganos, não são “cunhas”, nem “tachos”, mas sim verdade, honestidade e empenho. A boa política demonstra-se quando se aposta numa pessoa sabendo que ela é a melhor para desempenhar aquele cargo. A política é envolvência, é responsabilidade, mas também é diversão. A política é fundamental para um país melhor.
Como se vê nesta fotografia, nós estamos a dar a nossa voz, estamos a participar activamente para que este país fique melhor. Não nos limitamos a ficar sentados no sofá a ver televisão e a reclamar de tudo e de todos. É necessário unirmo-nos e fazermo-nos ouvir.
Junta-te a esta grande família e vem ser jota, porque ser jota é viver.
Sara Ferreira

segunda-feira, 14 de março de 2011

“Quando a juventude arrefece, o mundo tirita de frio”


“Que Parva que Sou”, música original do grupo Deolinda, estreou-se num concerto ainda antes de ser editada. Uns ficaram de boca-aberta e outros com uns sorrisinhos de desconforto, porque se estavam a rever naquela situação.
 Esta música, juntamente com o trabalho dos Homens de Luta despertou a revolta e fez a população dizer ‘Já chega!’. Em consequência, surgiu a manifestação da “Geração à Rasca”.
No passado sábado, 12 de Março, os portugueses não ficaram indiferentes a esta manifestação: cerca de 380 mil portugueses saíram à rua para mostrarem o seu descontentamento pela forma como estão a ser tratados.
Estas pessoas lutavam por melhores condições de trabalho e pelo reconhecimento das suas capacidades. Cada um lutava com a sua voz de revolta. Estavam juntos, mas também cada um por si - “não entram símbolos, mas sim, corações”.
Ouviam-se nas ruas uma voz em uníssono, a voz da revolta. Isto serve tornar o povo mais activo na vida política. È isto que Portugal necessita: fazermo-nos ouvir para salvarmos o país. Não se pode pensar que votar, por si só, é cumprir o dever cívico. É imprescindível fazermo-nos ouvir porque “quando a juventude arrefece, o mundo tirita de frio”.
Contudo, passar um dia na rua a protestar não chega. É necessário trabalhar.
Muitas pessoas, depois da manifestação ficaram a pensar “E agora?”. Há quem reclame novas manifestações, mas os jovens que estiveram na origem do protesto propõem que a fase seguinte seja “criar fóruns de debate para apresentar propostas concretas”.
O debate vai começar, primeiro nas redes sociais, mas a ideia é sair da Internet e englobar as pessoas de todas as gerações que compareceram ao protesto e cujo “capital de ideias, experiências laborais e políticas não pode ser desperdiçado”.

JUVENTUDE, o trabalho não acabou. Ainda agora começou!


Sara Ferreira

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Aníbal, não levantaste o pé!

Prof. Aníbal Cavaco Silva. Nascido em Loulé, em 1939, no meio de uma família humilde e unida. Não sabias o que o futuro te reservava, pois não Aníbal?

“Único líder partidário a conquistar duas maiorias absolutas consecutivas, o que o tornou no Primeiro-Ministro português que mais tempo permaneceu em funções em democracia (1985-1995). Cavaco Silva deixou, nos seus mandatos como governante, uma marca de determinação e firmeza na aplicação de um vasto conjunto de reformas estruturais, que promoveram a democratização e a liberalização da sociedade e da economia portuguesas.”[1]

Quando referimos a palavra democracia, temos que ter a consciência que, se ela está tão enraizada na nossa sociedade, é em grande parte, devido às várias politicas que Cavaco realizou ao logo dos seus mandatos como Primeiro-Ministro. Com ele, houve uma melhoria significativa, tanto a nível fiscal como a nível da liberdade de informação. Realizaram-se vários investimentos públicos, entre eles, grandes obras e eventos como a Expo 98, a introdução do caminho-de-ferro na ponte 25 de Abril ou a construção da Barragem do Alqueva. Cavaco Silva foi ainda um protagonista activo no processo que conduziu à aceleração da construção europeia e os muitos investimentos dos seus governos fizeram com que crescêssemos a níveis médios idênticos aos dos nossos parceiros da União Europeia.

O Presidente português de centro-direita Aníbal Cavaco Silva foi reeleito com 52,95% dos votos.

Concretizaste uma boa campanha e tiveste que gerir contra-campanhas e não campanhas concorrentes. Mantiveste-te o Homem de sempre e nunca levantaste o pé (como eles queriam), para te calçarem a bota…

Aníbal, damos-te os nossos parabéns e, se te tratamos de forma tão próximo, é porque te sentimos próximo de nós: dos jovens. Da Jota! Desejámos-te um bom mandato e sê fiel ao Homem que és!

Sara Ferreira


[1] Retirado do sítio www.presidencia.pt

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Envolvimento: o segredo feirense

A realização de eventos tem sido considerada uma das mais importantes manifestações do Turismo em Portugal e no mundo, sendo notório que os mesmos geram uma dinâmica na economia das localidades.

A Viagem Medieval da nossa terra, Santa Maria da Feira, é o maior evento de recriação medieval do país, constituindo uma oferta única, que potencia a promoção do município. O Imaginarius e a Terra dos Sonhos são outros eventos que se tornaram num potencial de desenvolvimento, tanto económico, como cultural e até mesmo social.

A Viagem Medieval de Santa Maria da Feira recebeu o prémio de melhor evento cultural do ano 2009, em Portugal Continental. O esforço, o sacrifício, a dedicação de todos os colaboradores para este evento foi reconhecido. A dinâmica existente nesses dias só é possível com bastantes horas de empenho e muitas pessoas envolvidas. Se questionarmos pessoas pelo país fora, estas ou já vieram visitar a nossa Viagem Medieval ou já ouviram falar muito bem dela. Todo este reconhecimento só foi possível com o envolvimento dos feirenses, por termos espírito de originalidade e construirmos a nossa Viagem Medieval de raiz. Desejamos sempre evoluir.

Devem a estar a questionar o porquê de estar a falar na Viagem Medieval nesta altura, mas a resposta é muito simples: é necessário pensarmos por nós próprios, tomarmos a iniciativa e estarmos sempre um passo à frente. É necessário empenharmo-nos no que realmente desejamos e, com isto, tudo se consegue. Este é um dos exemplos magníficos que a Feira tem para demonstrarmos esse espírito pró-activo.

Se o que a juventude feirense realmente quer, e deve querê-lo, é ver a sua terra evoluir e aparecer só por boas razões, então é precioso o esforço e o trabalho de todos nesse mesmo sentido. Só assim chegaremos lá.

Junta-te a nós!

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Cem anos de República

Até 5 de Outubro de 1910, Portugal era uma Monarquia Constitucional, ou Parlamentar, o que pressupõe um monarca como chefe do Estado, mas também a existência de uma Constituição que limita os seus poderes. A esta data, a Monarquia Portuguesa encontrava-se debilitada pelo ultimato inglês de 1890 e pelo regicídio de 1908. A situação era precária e o clima de revolta. Os gastos da família real, a instabilidade política e social, o poderio da Igreja Católica e a dificuldade de Portugal em evoluir e se adaptar à modernidade debilitaram ainda mais a Monarquia e granjearam muitos adeptos ao Partido Republicano Português (PRP). Aproveitando este clima, o PRP levou a cabo a tão iminente revolta e conseguiu implantar a sua República, que se apresentava como a única via capaz de devolver ao país o prestígio perdido e iniciar o desenvolvimento português.

A 3 de Outubro estalou a revolta republicana. Apesar do inicial prenúncio de derrota, a persistência republicana de Machado dos Santos, a incapacidade de resposta do Governo, a sublevação das Forças Armadas e o apoio popular levaram ao triunfo do PRP. Assim, a 5 de Outubro de 1910, era proclamada, por José Relvas, a República Portuguesa, na varanda da Câmara Municipal de Lisboa.

“Proclamada por importantes forças do exército, por toda a armada e auxiliada pelo concurso popular, a República tem hoje o seu primeiro dia de História. A marcha dos acontecimentos, até à hora em que escrevemos, permite alimentar toda a esperança de um definido triunfo. [...] Não se faz ideia do entusiasmo que corre na cidade. O povo está verdadeiramente louco de satisfação. Pode dizer-se que toda a população de Lisboa está na rua vitoriando a república.”
Jornal O Mundo, 5 de Outubro de 1910

A República Portuguesa, que hoje completa 100 anos, surgiu da revolta, da insatisfação, do inconformismo. É a história escrita por Cândido dos Reis, José Relvas, Miguel Bombarda, João Chagas, Machado dos Santos ou Teófilo Braga. Deu-se em inícios de Outubro de 1910, mas iniciou-se quase duas décadas antes, na tentativa de 31 de Janeiro de 1981, no Porto. Fala-nos de um povo que não se contentou com os males que lhe impuseram e que, décadas mais tarde, voltaria a não se calar quando privado de liberdade.

Sara Ferreira