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quarta-feira, 23 de maio de 2012

Começo

No início da minha participação ativa numa juventude partidária, assim como vós, nutria uma desconfiança pelo que de verdade se passava no seu interior, fruto do vendaval de informações que nos impõem diariamente. Chegado a uma, no caso a JSD, cautelosamente comecei por efetuar uma destrinça entre aquilo que pensamos enquanto estamos por fora da política e o que vemos e vivemos na realidade no seio destas organizações de jovens, sendo dessa experiência que vos vou falar.
A primeira sensação que temos é que nem tudo é mentira ( em todas as áreas existem pessoas bem intencionadas e mal intencionadas) afinal de contas a entrada num qualquer partido(juventude partidária), não se pode esperar que equivalesse à entrada num qualquer reino de deuses onde não existe pecado nem pecadores. Por conseguinte e apesar de existirem podres e viscerosos membros, congratulo-me pela sua característica excepcional, por poder dizer que aquilo que mais conseguimos vislumbrar são jovens com vontade de contribuir com ideias e trabalho para mudar a sua freguesia, concelho e país.
A segunda sensação é de que fazemos parte de um conjunto de pessoas, mesmo com ideias opostas, que não se resignam e lutam pelo que acreditam, muitas das vezes despidos de valores ideológicos (um dos males a corrigir) mas com uma força de vontade de acreditar num projeto, apenas superada pelo mais fiel dos fieis.
A terceira sensação, é que mercê das inúmeras atividades de formação levadas a cabo pelas juventudes partidárias, nos dias que correm os jovens conseguem cada vez mais obter formação adequada dentro destas organizações, levando a formar potenciais autarcas e forçosamente a renovar o panorama autárquico nacional.
Por último,  o que retiro dos anos em que tenho servido o bem público( através da participação no NRJSD-FEIIRA) é uma sensação de dever cumprido e garante de que fiz a minha parte, enquanto pessoa/cidadão deste país, não me limitei a criticar de forma infundada e sem apontar soluções, não sou diferente do comum dos mortais, revolto-me com as injustiças infligidas a muitas das pessoas deste país, porém, acredito e quero acreditar que as austeras medidas a que nos encontramos sujeitos( fruto de vários maus governos) são necessárias até ao dia em que a própria troika indique o relaxamento e abrandamento das mesmas, não porque não defendo uma agenda para o crescimento (c/salvaguarda), pois defendo-o, mas só porque temos que ter sempre em atenção suprema, o factor de estarmos sobre a luz dos holofotes,  é muito diferente tomarmos essas medidas por nossa vontade ou por indicação/ sugestão.Acima de tudo, a política deve ter sempre em vista a salvaguarda do interesse das populações, na sua tridimensionalidade, pretério, presente e futuro, conjugando estas três realidades de forma sustentável, garantimos uma comunhão geracional saudável e prospera, estes são os valores que acredito e que a vida e troca de ideias me ensinaram a defender.
Mercê das minhas opiniões e opções contínuo a acreditar que servir a comunidade é a mais nobre das atividades que o cidadão pode praticar, não sendo esta obrigatoriamente realizada na forma de militante de um qualquer partido, as pessoas podem de variadas formas evitar a resignação.

João Cunha

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Rotundas Feirenses

Como orgulhoso feirense que sou, é com enorme pesar que escrevo este texto, ponderei e priorizei a sua pertinência, e reconheço o facto de na conjuntura actual, possa ser descabido e despido de qualquer aceitação de vossa parte.
Porém, o nosso trabalho enquanto elo de ligação entre a comunidade e o poder político a isso nos obriga. Hoje, trago à nossa atenção as rotundas da nossa freguesia, mercê de serem um problema ao qual não posso ser alheio, a sua ornamentação e beleza são um factor de orgulho ou vergonha de uma freguesia.
A Feira,  enquanto cidade sede desde mui nobre concelho, deve primar pelo exemplo, organizativo e paisagístico das suas rotundas, área onde não tem logrado.
De que vale apontar um problema,  se não conseguirmos indicar soluções viáveis que contribuam para um fim ideal, porquanto não ofereçam um acréscimo de despesa à entidade responsável e tragam resultado líquidos.
A solução, tem que assentar na auscultação do afamado contrato, assinado entre o município de Santa Maria da Feira e a entidade prestadora do serviço, sendo esta infrutífera, não podem(nem devem) sair impunes, os envolvidos e vinculados às obrigações emergentes de contrato. Não obtendo solução razoável, imprimam um novo esforço e sanem este problema, na iminência de o mesmo virar tradição.
No meu humilde ponto de vista, o gasto que representa não é suficiente para suplantar o benefício e orgulho dai retirados, desde que me lembro nunca tivemos umas rotundas que façam jus ao nosso património cultural e propensão artística.
Este texto, pretende ser uma adenda ao aludido pelo companheiro Marcos Correia no dia 24 de Janeiro de 2012, pequenos pormenores definem-nos e potenciam a mudança de comportamentos.
Com total humildade, rogo a quem de direito, um olhar diferente sobre o assunto abordado.


João Cunha

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Bases de uma nova politica de Juventude

            As juventudes partidárias deparam-se com uma crescente dificuldade no chamamento de novas pessoas para os seus quadros, que servirão para mudar a forma como se faz política, renovar os quadros governativos e servir o bem público.

            Para a resolução de um problema, o primeiro passo é a assunção do que está mal, o que no caso parece-me o facto de as mesmas se fecharem sobre si próprias tornando a participação activa numa tarefa espinhosa tendo como consequência da falta de abertura, inevitavelmente a desconfiança que paira sobre aqueles que militam nas juventudes partidárias.

            A forma que defendo para combater o afastamento dos jovens das juventudes partidárias é a seguinte:

  1. Defesa das suas ideias, mesmo que opostas às do Partido em que se enquadram;
  2. Transparência;
  3. Projecto de âmbito geracional
  4. Inovação na forma como se discute política, levando-a às pessoas;
  5. Descentralizar a decisão, imputando responsabilidade a todos os membros das Comissões Políticas, através da criação de Departamentos;
  6. Criar um texto fundamental, onde estão patentes as principais linhas orientadoras da política seguida, de fácil leitura onde as pessoas que pensem integrar o partido se possam rever;
  7. Defender a Justiça Social, na juventude;
  8. Criar um conjunto de ideias que devem ser apresentadas anualmente a quem de direito, para aprovação e realização;
  9. Actividades de solidariedade obrigatórias nos estatutos, como forma de servir os mais desfavorecidos e cumprir em toda a plenitude o altruísmo patente na génese de todos os partidos políticos;
  10. Fiscalizar o trabalho dos representantes das mesmas em órgãos eleitos e  elaborar anualmente um dossier com o trabalho por eles desenvolvido;
  11. Repensar a forma como os congressos se realizam, e torná-los numa incubadora de empreendedorismo político;
  12. A selecção dos representantes em órgãos eleitos deve ser feita por sufrágio directo e universal;

            Lanço o repto, a que todos nos unamos para com a crítica construtiva podermos lançar as bases de uma nova política de juventude, aberta a todos e com igualdade de oportunidades, expurgando os usurpadores da meritocracia e da verdade material dos caminhos da defesa do bem público e do futuro da juventude e consequentemente de Portugal.

            Este elenco de ideias, reflecte aquilo que defendo para os jovens e para a política de juventude portuguesa.

            Para que o resultado final seja proveitoso, devemos encetar desde já o confronto de ideias, pois da confrontação sairá uma conclusão legitimada, pois ninguém sozinho é dono de toda a sabedoria.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Egoísmo

 A Europa está doente, a falta de alternativas e ideias esta a ganhar terreno e a força de vontade que nos uniu está a desvanecer-se por entre as encruzilhadas do novo mundo.
 Entre as doenças conhecidas existem as curáveis e todas as outras que não merecem sequer que se escreva acerca delas, dado o carácter de irreversibilidade que as torna tão pesadas e frias.
 A doença diagnosticada à Europa encontra-se no grupo das doenças curáveis, carecendo “apenas” de tomar os devidos medicamentos. O primeiro receituário indicava que as economias mais débeis tinham que reduzir os seus défices e melhorar a sua produtividade, tendo como objectivo nivelar todos os níveis de endividamento e competitividade da União Europeia, ao fim de aproximadamente dois anos de austeridade continuamos mergulhados numa crise, a enfermidade mantém-se e como qualquer doença comum que não seja combatida, esta só vai ganhando terreno.
 As formas pensadas para resolver a crise, têm sido sempre sobre o ponto de vista de culpabilização das economias mais fracas, e pelos caminhos seguidos para atingirem os níveis de desenvolvimento desejado, acabando estas formas por agudizar a crise europeia, além de criar divisões no seio da União.
 Na minha opinião de leigo e não médico, pensando na Europa como um doente e os seus países como os diversos órgãos que o compõem, não podemos curar-nos enquanto pensarmos órgão a órgão, temos que pensar na Europa como um todo e combater a crise não no interesse dos Franceses ou dos Alemães mas no interesse de todos, no interesse dos cidadãos da União Europeia.
 Este pensamento individualista, patente nos Estados Europeus já devia ter aprendido com a história que a sua prossecução só nos pode levar ao colapso.
 A verdade é que Portugal desde a sua entrada na Comunidade Económica Europeia, se foi endividando, entendendo-se por um lado, que houve a necessidade de estimular e relançar a economia através da obras públicas, o que não se percebe é que isso tenha sido feito sem ter em conta a utilidade/benefício e a oneração das gerações futuras.
 Temos um novo governo, uma nova oportunidade que não podemos desperdiçar, o tempo é de olhar para o futuro abdicando das guerras do passado, se queremos marcar a diferença temos que pôr as cores partidárias de lado e a uma só voz, repôr a ordem nas contas públicas e estimular o que de bom têm os portugueses, colocando o país no centro dos olhares de todo o mundo, não como mais um em risco de incumprimento mas um case study de recuperação e crescimento económico.
 Apesar de termos que internamente encetar o caminho de uma cura definitiva, sem uma Europa a falar em uníssono nenhum país terá sucesso e quem irá sofrer são os cidadãos Europeus.
 Basta de egoísmos nacionalistas, estes só nos conduzem a um resultado, desintegração e colapso financeiro a nível mundial, dado que uma desintegração da zona euro não é a falência do Lehman Brothers, os efeitos seriam catastróficos.
 Vamos curar-nos enquanto essa possibilidade ainda existe.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

A derradeira oportunidade

           Ao longo dos últimos 20 anos temos vivido num sonho chamado Europa, os seus fundos e ajudas habituaram os nossos líderes a uma cultura de despesismo desenfreado, utilizando como justificação por diversas vezes Keynes e a sua teoria de injecção na economia de dinâmica através de grandes obras públicas geradoras de emprego e liquidez.
            Considerando-me um apreciador de Keynes parece-me desapropriado e extemporâneo a aplicação das suas teorias nos tempos que correm, o Estado deve/tem de perceber onde deve existir e controlar, garantido a liberdade de acesso e o funcionamento claro da democracia, devendo em sentido oposto exumar-se de qualquer comportamento em áreas onde a sua presença gera distorções de mercado. A recuperação deve acontecer pelo lado da iniciativa privada tornando a nossa economia menos dependente do Estado e como tal mais competitiva e menos volátil.
            A crise que vivemos, tem que ser vista como, o momento para alterarmos comportamentos e encetarmos a mudança que todos precisamos, de que valem os direitos adquiridos se não existir um Estado capaz de os garantir, de que vale a resiliência dos empreendedores se ninguém comprar produtos às empresas portuguesas, de que vale termos um dos melhores Serviços Nacionais de Saúde do Mundo se é insustentável. Temos que consciencializarmo-nos que estamos no ground zero da economia onde temos duas soluções, reencontramo-nos enquanto povo ou vamos ter um país numa verdadeira catástrofe social.
            Temos um governo de maioria, mais de 85% das forças com assento parlamentar assinaram o memorando da Troika, o povo Português é hábil e competente e juntos temos que sentir que este é o momento, não existem segundas nem terceiras tentativas, é agora!
            Vamos em sequência, cumprir o acordo com as instâncias internacionais, dimensionar o Estado e as suas participações, racionalizar as prestações sociais somente aqueles que delas efectivamente necessitam, dar possibilidade  às empresas de ao contratarem novos colaboradores não sentirem que estão criar um enorme ónus, potencializar a nossa capacidade de exportar tendo como objectivo a inversão da balança comercial, crescimento acima dos 3%, implementação de medidas de estímulo ao emprego.
            Juntos vamos conseguir atingir os objectivos, não podemos é entrar em extremismos nem radicalismo, o protesto pode ser salutar devemos é saber avaliar se quem governa tem alternativa às medidas impostas ou se o mesmo não pode ser prejudicial para nós mesmos, acima de tudo temos que pôr em primeiro lugar PORTUGAL  e os PORTUGUESES.
            Esta é a nossa derradeira oportunidade, basta de facilitismo, basta de mentira, basta de corrupção, basta de governar para os partidos, se queremos pôr Portugal a crescer e a gerar emprego temos que governar para a Nação, empolgando os seus nacionais a darem mais de si e a juntarem à causa, juntos provocaremos a recuperação de Portugal.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Decisões

6 ANOS DE GOVERNAÇÃO SOCIALISTA


·        Défice 9,1%;(2010)/10,1%(2009);

·        Dívida pública 93% do PIB(Comissão Europeia estima 101,7% 2011 e 107,4% 2012;

·        Taxa de desemprego 12,4%

·        Recessão de -2,2%(2011) e -1,8%(2012);

·        UE cresce 1,6%2011 e 1,9% 2012;


Portugal encontra-se nesta situação, não por ter ocorrido uma crise externa, não pela   rejeição de votar favoravelmente o PEC IV por parte do PSD, mas por 6 anos de governação irresponsavel com políticas despesistas, que não tinham em conta o ónus gerado pelos seus investimentos, nem sequer se os seus projectos tinham retorno para o país.
Não podemos, na qualidade de actores políticos continuar a ter discursos Socráticos de desresponsabilização total sobre a situação do país, temos que saber o que somos e para onde vamos. Se um primeiro-ministro que esteve no poder nos ultimos 6 anos não assume culpas por nos encontrar-mos numa situação de catástrofe social como esta, que cidadão é este?
Não queremos mais uma polítca de encenação, onde o que mais interessa é a forma e não a substância, está na altura de repudiarmos completamente estas políticas e demonstarmos ao PS e ao mundo, que Portugal e os Portugueses são responsáveis, não seguem o caminho mais fácil mas aquele que é melhor para o futuro do País e que garante a sua solubilidade e prosperidade.

No dia 5 de Junho, na altura de votar o que está em causa é o seguinte:

MANUTENÇÃO DO RUMO SEGUIDO:
COLAPSO FINANCEIRO;
INDIVIDAMENTO RECORDE;
TAXA DESEMPREGO 12,4%;
RECESSÃO;
AJUDA EXTERNA;

OU

-Responsabilidade;
-Credibilidade; 
-Fim do despesismo;
-Politicas sociais mais justas; 
-Canalizar liquidez para a Industria
-Reforma da Justiça;
-Estimular o emprego;
UM NOVO RUMO!!!

terça-feira, 1 de março de 2011

REORGANIZAÇÃO NACIONAL

   Os tempos são de crise, o Mundo está em mudança acelerada,aquilo que para muitos é um cataclismo, tem que ser visto como a derradeira oportunidade de alterarmos as nossas ideias pré-concebidas de desenvolvimento e formas de o atingir, pois num momento de declínio profundo e de quase irredutibilidade dos mercados perante a nossa dívida externa, temos que demonstrar que somos competentes e objectivos, na gestão das contas públicas.
A solução mais simples, e directa, passa sempre pelo aumento da receita, proveniente dos tributos(impostos), não podendo de forma alguma, deixar de ser acompanhada por um superior corte na despesa, isto são ilações de finanças publicas básicas, que como temos visto não podem ser a única solução, têm que funcionar como um apoio excepcional, ás medidas que potenciarão a iniciativa privada e a sua autonomização, para não termos empresas subsídio-dependentes.
   A iniciativa privada defendida por mim, é aquela providenciada por privados, que gerarão investimento e emprego, com a menor intervenção Estatal possível, podendo mesmo em certas áreas, substituir o Estado, desde que monitorizadas, por Organismos Independentes.
Quando se fala em iniciativa privada, existe sempre uma facção, que irá acusar-me de querer privatizar a Nação,o que pretendo não está sequer perto dessa demagogia, falo em dar igual oportunidade , em certas áreas, como por exemplo a Saúde, Educação e Segurança Social,não abdicando do regime existente actualmente, como Garante dos Direitos Constitucionalmente previstos, mas dando a liberdade de escolha ao cidadão. Numa visão mais economicista, seria sem duvida ,uma forma do Estado, aforrar algum dinheiro, garantindo a sua solubilidade financeira futura, dado que as pessoas que optarem por regimes diferentes, do providenciado pelo sector publico,apesar de deixarem de contribuir para ele, não obstante, também não podem beneficiar desse mesmo sistema, encontrando-se salvaguardados contínuamente os Direitos Fundamentais dos Cidadãos.
   Um problema com consequências nefastas para ao País e suas autarquias, prende-se com a falta de rigor orçamental ocorrente nas obras-públicas, não é admissível existirem descrepâncias superiores a 100% do valor incialmente previsto,isto tem que ser rápidamente criminalizado, criando uma figura de responsabilização sobre aqueles que têm o controlo da obra, pois para além destes acréscimos ao orçamento, raramente se cumpre prazos, dando este incumprimento, quase sempre em nada, não podendo um País com as nossas capacidades, dispender desta forma de recursos tão precisosos.
   A nivel de organismos, podemos sempre lançar a discussão do número de autarquias e freguesias existentes, que se traduzem mais concretamente em, 308 municípios e 4260 freguesias, agoram façam o esquema mental, de quantas pessoas trabalham nestes orgãos,e verifiquem os encargos daí inerentes, não contesto a competência dessas pessoas, nem a sua necessidade para determinados municípios,o que discuto é se precisamos de tanto orgãos de administração local, se estes numeros não é o oposto de eficiência,,concordando-se ou não, não estará na hora de avançar-se com a reorganização do mapa autárquico nacional, essa, acompanhada de transferência de mais poderes para as mesmas, levaria à descentralização e consequente melhor funcionamento da administração, contribuindo para uma maior eficiência e consequente desenvolvimento.
   Com este texto, pretendo apenas reforçar a minha ideologia social-democrata, de pôr o cidadão e a sua liberdade de escolha acima de qualquer partidarismo, não obstante, considero que a Política levado a cabo por estes ultimos governos tem sido ruinosa para as Finanças Publicas e consequentemente para o povo português, está na hora de darmos oportunidade, a um novo executivo, sem medo nem preconceitos,pois sem duvida, disso estamos fartos, o 25 de Abril já lá vai, o que precisamos agora, é de uma nova ordem social, um começar de novo, com valores de meritocracia e rigor, assim os portugueses irão certamente conseguir revelar, a sua propensão para o desenvolvimento sustentável, e alta competitividade.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Empreendedorismo jovem

            Sob a epígrafe empreendedorismo jovem, vou falar-vos daquilo que penso ser uma das formas de saltarmos da crise para a prosperidade.
            Os jovens têm sido das faixas etárias mais afectadas por esta falta de oportunidades, que nos atinge de alguns anos para cá. As razões podem ser de índole técnica, pois as máquinas são cada vez melhores a substituir a mão humana, mas são em maioria de razão causas motivadas pela falta de visão do empregador. Se pensarmos em grandes grupos, como a Microsoft, Google, Yahoo, entre outras, há muito tempo que concluíram que, ao darem oportunidades e qualidade de vida à sua classe operária, irão obter melhor produtividade. Mergulhados neste problema, creio que a oportunidade está em aproveitar a cada vez melhor formação técnica e intelectual dos indivíduos, canalizando-a para a criação de pequenas empresas e negócios, que podem dar a alavancagem necessária para a sustentabilidade de milhares de jovens. Basta uma micro-empresa com apenas dois trabalhadores para gerar dois postos de trabalho. Cem bons negócios podem gerar duzentos postos de trabalho e por aí adiante. Talvez esta soma básica seja um bom ponto de partida para uma reflexão sobre o paradigma segundo o qual esta sociedade se rege e segundo o qual ela se deve reger.
            Com isto, não pretendo indicar a solução miraculosa de todos os nossos problemas. O que penso é que está na altura de deixarmos de ter medo de arriscar, de acreditarmos mais em nós mesmos e nas nossas ideias. Já imaginaram se o Thomas Edison não tinha arriscado a produção da lâmpada eléctrica? Se o Alexander Bell não tivesse a genialidade de criar o telefone ou mesmo se o Bill Gates e o Paul Allen não tivessem investido toda a sua criatividade em software? Certamente, o mundo não seria igual. Todo os passos que damos têm os seus riscos, a maioria dos quais calculáveis, mas uma pequena parte continua imprevisível. Estes exemplos não se arrependem de ter arriscado e nós agradecemos-lhes a evolução que nos proporcionaram.
            Obviamente, não temos, nem podemos, todos ser donos do nosso próprio negócio, inventores ou mesmo investidores. O que interessa é que aquelas pessoas que têm uma ideia a realizem, porque de uma pequena ideia pode nascer um grande império e daí advir um conjunto de importantíssimos benefícios sociais. Não aguardem pelo que pensam ser o momento certo. Se têm uma ideia avancem, pois se esperarem muito nunca lá chegarão, afinal esse dito momento certo, é muitas vezes um escape á falta de coragem.
            Não sendo nenhuma autoridade nesta matéria, dou simplesmente o meu contributo, na expectativa de, quem sabe, conseguir persuadir algum indeciso.

            “O génio consiste em um porcento de inspiração e noventa e nove porcento de transpiração”
Thomas Edison

João Cunha

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

EU ACREDITO!

     Numa altura em o Estado Português atravessa uma das maiores crises financeiras de que há memória, parece-me importante discutir não só as politicas económicas seguidas pelos diversos Executivos, como também repensar todo o sistema político nacional, começando na estrutura e acabando na credibilização e responsabilização.
    A renovação dos actores políticos deve ser realizada de uma forma prudente e tendo em conta a qualidade dos mesmos, isto porque não podemos passar a imagem de que a política é uma espécie da área residual, onde são depositados aqueles que não se enquadram competitivamente em mais lado nenhum.
    As Juventudes partidárias têm hoje um importante papel a desempenhar na reestruturação e renovação das gentes políticas, passando o mesmo por fornecer aos seus militantes/jovens uma cada vez maior formação em diversas áreas, como o poder autárquico, gestão de serviços públicos, políticas de desenvolvimento sustentável, cultura, urbanismo, ambiente e muitas outras que se achem oportunas. Devem vincular-se a uma ideia de serviço público, isto é, os jovens devem estar na política porque acreditam em si e nos projectos dos seus partidos e nunca por uma questão de empregabilidade ou de saída profissional que daí possa advir.
    O NR-JSD da Feira têm vindo a servir-se da sua situação privilegiada enquanto entidade politica com total participação nas Assembleias de Freguesia, face ao cidadão comum, para fazer o elo de ligação entre a política e a sociedade, sendo este um importante trabalho a ser realizado, pois muitos dos problemas são provenientes da falta de informação ou da contra-informação.
   Na minha opinião, para além da crise financeira e económica, temos a crise de identidade e crença.
   Os jovens têm de acreditar na mudança, competitividade, e solubilidade deste País, são a base e futuro desta Nação, não podem encetar um caminho de descrença e laxismo, baixando os braços, e nada fazendo. Nunca nos podemos esquecer que os jovens de hoje, serão os lideres de amanhã, e sem juventude activa e credível quem mais poderá renovar os quadros da governação Estadual, Regional e Autárquica.

LANÇO O REPTO A TODOS OS QUE ACREDITAM QUE É POSSÍVEL FAZER MELHOR... A JSD ESPERA POR IDEIAS NOVAS, PESSOAS NOVAS, LIDERANÇAS NOVAS, NÃO TE FIQUES PELA CRÍTICA... ACTUA!!! FAÇAM-SE OUVIR, POIS SÓ ASSIM PORTUGAL VINGARÁ, SÓ ASSIM ATINGIREMOS UM FUTURO PRÓSPERO EM IDEIAS QUE CONTRIBUAM PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E CORRESPONDENTE EMPREGO ESTÁVEL!!!!!


"A intervenção activa é a única possibilidade que temos de tentar passar do isolamento das nossas ideias e das teorias das nossas palavras à realidade da actuação prática, sem a qual as ideias definham, e as palavras tornam-se ocas”.

Francisco Sá Carneiro

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Socialismo-SEM FUTURO

Em primeiro lugar, endereço os meus sinceros agradecimentos a toda a JSD, em especial ao Núcleo Residencial de Santa Maria da Feira, pelo trabalho que têm realizado em prol da Juventude Portuguesa e Feirense.
            Portugal tem vindo a atravessar uma grave crise económica, social e cultural. Estes três vectores têm uma ligação em comum,  foram todos atacados por um senhor, que se diz Engenheiro, se diz sempre inocente e além de tudo é especialista em prometer sempre aquilo que não pretende cumprir.
A primeira coisa, que se deve exigir a um político, qualquer que seja o seu partido, é a sinceridade e o compromisso para com o seu eleitorado, e José Sócrates tem um grande défice de sinceridade e desconhece completamente a palavra compromisso. Se ele é culpado no caso Cova da Beira, Freeport, Face Oculta, bem não vou por ai...! Onde tenho a certeza da sua culpa é nas politicas ruinosas para o sistema económico Português, e aumento exponencial da despesa pública, é impossível o aparelho Estado aguentar estes constantes aumentos da divida externa, o seu projecto falhou, o seu governo continua a deambular sobre areias movediças, será que só vão acordar com o FMI?!
Portugal nestes últimos cinco anos de governação falhada, não só não gerou os afamados 150000 postos de trabalho, como cada vez mais é um pais no qual não se quer viver.
A República Socialista tem projectado milhares de Jovens altamente qualificados no desemprego, tem hipotecado milhares de sonhos, pois sem trabalho não há dinheiro, tornando a constituição de família cada vez mais um luxo que nem todos os jovens alcançam.
Nesta República, o que se valoriza é o facilitismo, pois nesta sociedade socialista moderna, como a Portuguesa, onde se tira o 12º  através de uma nova oportunidade, onde se realiza um trabalho que equivale a todos os três anos que muitos passaram a estudar. Mas, isto não é o limite desta sociedade que agora pretende acabar com os chumbos ou até passar do 8º ano para o 10º.
Isto não credibiliza o nosso país, não prepara os Jovens para o futuro e pior vai criar uma geração com um tão baixo nível de exigência que o mercado a vai rejeitar à nascença.
Está na hora de iniciarmos um projecto com objectivos concretos. as Licenciaturas são necessárias, mas tem que se ter em conta a necessidade do mercado, pois de que vale abrir muitas vagas de um determinado curso se o mesmo já se encontra saturado. Sou completamente contra encerramento de cursos, durante um determinado número de anos, pois isto implicaria a perda de presumíveis grandes profissionais na área, mas a redução do numero de vagas, é algo a pensar nas áreas mais saturadas.
A aposta no ensino profissional tem que ser intensificada e melhorada, a juventude começa a perceber, que um canudo não é garantia de emprego, o que releva é a qualificação, e essa pode ser reconhecida de diversas formas, sendo que o ensino profissionalizante é uma das saídas a ter muito em conta.
Deixo a área da Justiça para último, esta que  tem sido espezinhada pelos membros da Republica Socialista, desde a criação de leis baseadas num determinado processo, a pressões Governativas sobre Procuradores. Encontramo-nos numa das piores fases da história da Justiça Livre. A Justiça Preventiva cada vez menos funciona, pois a sensação de impunidade que extravasa os muros dos tribunais, leva a que nenhum marginal se sinta intimidado com as consequências dos seus actos.
 Urge actuar, uma sociedade sem uma justiça célere, proporcional, e que tenha maior preocupação com as vítimas do que com os agressores não é uma sociedade Justa, não obstante, todos têm direitos e obrigações, o que se pretende não é uma Sociedade sem direito de resposta, mas sim uma Urbe onde as pessoas sintam que é seguro viver e que os actos praticados fora da lei são devidamente punidos.
Alonguei-me um bocado e talvez esteja um texto maçador e sem nada de novo, mas infelizmente o nosso país está entregue nas mãos da incompetência, e achei conveniente estrear-me com uma chamada de atenção a todos os Feirenses, pois como Portugueses que são devem saber que existimos e que lutamos contra este tipo de incompetência. Termino pedindo desde já as minhas sinceras desculpas pela tristeza deste texto, mas este espaço serve, para que os Feirenses, possam ver que existe uma Juventude preocupada e atenta, e que jamais deixaremos de lutar pelos nossos valores e naquilo que acreditamos ser o melhor para os Jovens Portugueses.
João Cunha
Secretário Geral