segunda-feira, 6 de junho de 2011

O Sonho de Sá Carneiro

Esta semana, independentemente do resultado de ontem, decidiu-se, nesta Comissão Política, escrever sobre os resultados de domingo. Poderia ser um texto escrito a custo ou com enorme alegria, mas seria feito. Aconteceu a segunda hipótese.

Hoje, folgamos em dizer que a vitória foi laranja e que, na nossa freguesia, não só foi do PSD, como o foi pela larga margem de 1048 votos. Após uma árdua campanha, de muita dedicação e trabalho, queremos agradecer a todos os Feirenses que depositaram no PSD, nos deputados aveirenses e em Pedro Passos Coelho a sua confiança.

Durante duas semanas, saímos à rua de bandeiras na mão, camisola vestida (e como é difícil enfrentar multidões com uma camisola política), a falar de mudança, com o Amadeu e o Cavaleiro – os nossos candidatos, que para nós já são amigos. Acreditem que vale a pena! Há algo de muito especial em pertencer à causa partidária, dar o tempo e a cara todos os dias, e assistir ao que assistimos ontem. Os problemas do país continuam e há muito para fazer, mas agora, finalmente, acreditamos que há alguém capaz de fazê-lo.

“Uma maioria, um Governo, um Presidente”. Cumpre-se, assim, o mítico sonho de Sá Carneiro.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Participar? Claro que sim!

Quando eu falo sobre algum assunto relacionado com política, muitas pessoas da minha idade (a dita idade jota) franzem o sobrolho. Rapidamente se tornam ‘claros como água’, até parece que consigo ouvir os seus pensamentos: “Como é que é possível acreditares na política?”, “És uma jovem, aproveita a vida e esquece lá isso!”, “O que é que a jota te dá?”.    

A todos que pensam assim, só tenho uma coisa a dizer: não podemos pensar no que a Jota nos dá, mas sim o que nós podemos dar à Jota. 
Todos os géneros de pensamentos redutores fazem com que os nossos jovens não participem em actividades políticas.
A política não é uma aldrabice, não são enganos, não são “cunhas”, nem “tachos”, mas sim verdade, honestidade e empenho. A boa política demonstra-se quando se aposta numa pessoa sabendo que ela é a melhor para desempenhar aquele cargo. A política é envolvência, é responsabilidade, mas também é diversão. A política é fundamental para um país melhor.
Como se vê nesta fotografia, nós estamos a dar a nossa voz, estamos a participar activamente para que este país fique melhor. Não nos limitamos a ficar sentados no sofá a ver televisão e a reclamar de tudo e de todos. É necessário unirmo-nos e fazermo-nos ouvir.
Junta-te a esta grande família e vem ser jota, porque ser jota é viver.
Sara Ferreira

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Decisões

6 ANOS DE GOVERNAÇÃO SOCIALISTA


·        Défice 9,1%;(2010)/10,1%(2009);

·        Dívida pública 93% do PIB(Comissão Europeia estima 101,7% 2011 e 107,4% 2012;

·        Taxa de desemprego 12,4%

·        Recessão de -2,2%(2011) e -1,8%(2012);

·        UE cresce 1,6%2011 e 1,9% 2012;


Portugal encontra-se nesta situação, não por ter ocorrido uma crise externa, não pela   rejeição de votar favoravelmente o PEC IV por parte do PSD, mas por 6 anos de governação irresponsavel com políticas despesistas, que não tinham em conta o ónus gerado pelos seus investimentos, nem sequer se os seus projectos tinham retorno para o país.
Não podemos, na qualidade de actores políticos continuar a ter discursos Socráticos de desresponsabilização total sobre a situação do país, temos que saber o que somos e para onde vamos. Se um primeiro-ministro que esteve no poder nos ultimos 6 anos não assume culpas por nos encontrar-mos numa situação de catástrofe social como esta, que cidadão é este?
Não queremos mais uma polítca de encenação, onde o que mais interessa é a forma e não a substância, está na altura de repudiarmos completamente estas políticas e demonstarmos ao PS e ao mundo, que Portugal e os Portugueses são responsáveis, não seguem o caminho mais fácil mas aquele que é melhor para o futuro do País e que garante a sua solubilidade e prosperidade.

No dia 5 de Junho, na altura de votar o que está em causa é o seguinte:

MANUTENÇÃO DO RUMO SEGUIDO:
COLAPSO FINANCEIRO;
INDIVIDAMENTO RECORDE;
TAXA DESEMPREGO 12,4%;
RECESSÃO;
AJUDA EXTERNA;

OU

-Responsabilidade;
-Credibilidade; 
-Fim do despesismo;
-Politicas sociais mais justas; 
-Canalizar liquidez para a Industria
-Reforma da Justiça;
-Estimular o emprego;
UM NOVO RUMO!!!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Mudar Portugal

O programa do PSD para as eleições legislativas não pode apenas ser um documento erudito, feito para entendidos. É necessário que seja vertido numa linguagem simplificada, próxima das pessoas. Como a política deve ser.
Pois bem, com medidas concretas, o PSD apresenta o seu programa estruturado em cinco pilares:
1.  O Pilar Cívico e Institucional
·         Redução do número de deputados para 181 e a extinção dos Governos Civis;
·         Alteração do sistema eleitoral com introdução do Voto Preferencial;
·         A transferência de novas competências para os Municípios (Educação, Saúde e Acção Social);
·         Dotar os tribunais de uma gestão profissional e do necessário apoio técnico;
·         Combate à corrupção e à informalidade;

2.  O pilar Económico e Financeiro

·         Programa de Ajustamento Macro Económico: recuo da despesa pública para 40% do PIB, sustentabilidade das finanças públicas e implementação de um programa de emergência social;

·         Programa de Crescimento, Competitividade e Emprego: redução da Taxa Social única, revitalização da agricultura e da Economia do Mar, criação da Academia de Empreendedorismo Nacional e redução substancial da Taxa Social única para as empresas exportadoras.

3.  ‎O Pilar do Estado: eficiente e sustentável, centrado no cidadão

·         Racionalização das estruturas do Governo – 10 Ministros, 25 Secretários de Estado e metade dos assessores – num Governo baseado na transparência;

·         Redução do Estado paralelo (Fundações e Institutos);

·         Pagamento a 60 dias aos fornecedores do Estado e das Empresas Públicas;

·         Redução de 30% nas despesas de representação do Estado e das Empresas Públicas;

·         Revisão dos sistemas de formação dos funcionários Públicos;

·         Reestruturação do Sector Empresarial do Estado e aceleramento das privatizações;

·         Reforço de competências e capacidades dos órgãos de regulação e fiscalização do Estado.

4.  O Pilar do Desenvolvimento Humano e do Modelo Social

·         Protecção Social e solidariedade: novo modelo de inovação social; desenvolvimento de uma rede nacional de solidariedade entre Estado, Autarquias Locais, IPSS's, Misericórdias e restante Sociedade Civil; eliminação das barreiras burocráticas à distribuição de alimentos, por exemplo, por cantinas;

·         Educação: garantia de Educação para todos, independentemente da sua capacidade financeira, e reforço da autonomia das Escolas, com crescente participação das Comunidades Locais na sua gestão.

·         Sistema Nacional de Saúde: garantia de saúde para todos, independentemente da sua capacidade financeira; sustentabilidade económica e financeira do SNS, com um médico de família para todos os cidadãos; sensibilização dos cidadãos aos custos dos cuidados de saúde através da entrega da "factura virtual";

·         Cultura e Desporto: revisão do modelo de gestão dos Teatros Nacionais, relançamento da rede de bibliotecas, aposta em novos públicos através de uma maior ligação ao sistema educativo e projecção do desporto internacionalmente e de forma concertada com o Turismo.

5.  ‎O Pilar da Política Externa, ao serviço do desenvolvimento

·         Reforço da diplomacia económica;

·         Aprofundamento do esforço lusófono;

·         Valorização das Comunidades Portuguesas.

Em linhas gerais e descomplicadas, é este o Programa que vai Mudar Portugal!

Joana Ribas

quarta-feira, 4 de maio de 2011

III Fórum da Juventude: Construindo o Futuro

 A JSD/ Núcleo Residencial de Santa Maria da Feira, promoveu dia 30 de Abril, sábado, o III Fórum da Juventude: Construindo o Futuro. O evento, agendado para as 15 horas, teve lugar na Junta de Freguesia de Santa Maria da Feira.
Através do Fórum, que nesta terceira edição solidificou o seu espaço na agenda política feirense, a JSD/NR Feira trouxe à reflexão o papel dos jovens na sociedade, a importância da educação e o seu futuro, as dificuldades sentidas por quem chega pela primeira vez ao mercado de trabalho e o empreendedorismo como saída para as dificuldades.

O primeiro tema, “Os jovens na Sociedade Civil”, foi abordado por Ricardo Morgado, Presidente da Federação Académica do Porto em 2010. Ricardo defendeu que o papel do jovem deve passar por uma participação activa enquanto cidadão, alicerçada pela sua emancipação. Polémico, apontou a indignação como primeiro passo para o envolvimento, que considera “intermitente”, ao mesmo tempo que acusou a Escola de não promover a autonomia do jovem. Afirmou, por último, a importância para o mercado de trabalho da participação em associações estudantis.

António Leitão Amaro, deputado à Assembleia da República e Professor na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, discorreu sobre o “Futuro da Educação”. Partindo do pressuposto de que a educação é o factor mais importante para o sucesso individual e para a mobilidade social, Leitão Amaro analisou o papel do Estado neste sector. Sugeriu a neutralidade quanto ao regime de propriedade dos estabelecimentos de ensino, a descentralização do nível de decisão, a liberdade de escolha dos alunos quanto ao seu projecto educativo e, daí decorrente, a sua responsabilização, a necessidade de apostar na formação dos professores e a publicidade das avaliações a instituições e docentes. Como ideia-base, defendeu que o papel do Estado deve ser assegurar a igualdade de oportunidades através do ensino.

Após o intervalo, Carla Rodrigues, deputada à Assembleia da República, analisou os “Obstáculos do Mercado de Trabalho”, no que aos jovens diz respeito. Através de uma demonstração estatística, Carla Rodrigues conclui que o desemprego jovem tem um grande impacto na Região Norte, que a Europa anda a duas velocidades neste particular e os jovens licenciados são o grupo mais afectado pela precariedade laboral. A deputada descreveu, então, as causas para estes efeitos, entre as quais a falta de experiência profissional dos jovens licenciados, a rigidez das leis laborais, a falta de diálogo entre as universidades e as empresas e a contracção da actividade económica criadora de emprego. Introduzindo de certa forma o tema seguinte, Carla Rodrigues nomeou o empreendedorismo como uma das saídas possíveis.

Introduzido o “Poder do Empreendedorismo”, coube a Roberto Leão, fundador do Clube de Empreendedorismo da Universidade do Porto e natural de Santa Maria da Feira, a tarefa de o demonstrar. Numa exposição cativante e plena de exemplos práticos, Roberto começou por afirmar que o empreendedorismo não é algo que se ensina. De seguida desfez alguns mitos quanto à matéria, salientando que não há limite de idade para se empreender e que qualquer produto pode ser vendido. Por último, este feirense sublinhou que a educação, a atenção às oportunidades, a rapidez, o trabalho em equipa, o pensar global e a resiliência são os factores determinantes para o sucesso de qualquer empreendedor.
A Organização do Fórum abriu as portas à comunidade feirense, percebendo a importância das matérias a discutir e o seu impacto na vida dos cidadãos. A este apelo, respondeu a cidade com um auditório composto e participativo, o que muito contribuiu para o dinamismo e enriquecimento do debate.
De salientar, por último, a presença do deputado feirense à Assembleia da República, Amadeu Albergaria, dos Vereadores da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, Emídio Sousa e Cristina Tenreiro, do Presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria da Feira, Fernando Leão, do presidente da secção Concelhia da JSD Feira, Nuno Albergaria e de representantes de Núcleos Residenciais da JSD do Concelho e fora dele.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

25 de Abril de 2011


 A 25 de Abril de 1974, ao som desta música iniciou-se o processo através do qual, o povo português conquistou a sua liberdade, a sua soberania, a sua felicidade.
Com o 25 de Abril conquistou-se, não só a liberdade, mas também a capacidade de sonhar, a possibilidade de qualquer cidadão poder ascender sem limitações de índole política ou familiar a qualquer cargo, empresa ou filiação partidária.
O 25 de Abril é sem qualquer dúvida um momento de união dos portugueses em torno de um objectivo, com tamanha força que até aos dias de hoje nada tem paralelo.
Ao ouvirem esta música peço-vos que pensem se não existem novos problemas pelos quais nos devemos bater?Não existem novas barreiras para serem ultrapassadas?Não existem novas lutas?
A Revolução de Abril, trouxe-nos entre outras, o voto livre como forma suprema de selecção dos órgãos da Républica, não podemos menosprezar este poder que cada cidadão tem, temos é que ter a noção da responsabilidade que nos foi entregue, e utilizá-la com ponderação e retidão.
Assim como os nossos antepassados lutaram pela liberdade e por um País melhor, com outras condições, não podemos nós, dar o nosso grito de revolta e batermo-nos por um novo Estado, paradigma e politicas diferentes com objectivos diferentes?
A grande conquista é que graças ao 25 de Abril podemos faze-lo sem correr o risco de perdermos a vida, ou de sermos enviados para o Tarrafal, bastando, exercermos o nosso dever de voto, e selecionarmos quais as políticas que queremos para o Estado, quais as pessoas que queremos ver a governar o País,e que Estado queremos.
Agradeçemos a todos os que lutaram para que o 25 de Abril fosse possível, e nos possibilitaram a vida que temos hoje, não obstante peço-lhes uma oportunidade para deixarem de ter medo de mudanças em qualquer sentido do espectro político, para acreditarem em projectos diferentes, porque apesar de termos conquistado a liberdade ainda temos que conquistar a estabilidade financeira e social, e esse fim só pode ser atingido com a participação de todos e a além de tudo com a sua compreensão.
Vamos fazer do 25 de Abril de 2011 um momento de viragem, momento de luta e de crença, um tempo onde os cidadãos veêm mais além de si próprios, e vão com certeza unir-se em torno da nossa recuperação e mudança,devolvendo a Portugal o crescimento e a estabilidade social.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Associações

No último sábado, o NR|JSD Feira prosseguiu as visitas associativas, sempre à procura de melhor conhecer o tecido associativo da Freguesia.

Clube Desportivo Feirense

Orfeão da Feira

Bombeiros Voluntários da Feira

A estas Associações a JSD agradece a calorosa recepção e os extraordinário trabalho que realizam em prol dos Feirenses.

CP NR|JSD Feira